“O caso do adolescente Bruce Cristian relembrou uma história parecida, a da jovem Nádia Brito, que morreu em abril de 2009, depois de ser baleada na nuca.
Um policial militar, que ainda está em liberdade, é o acusado de ser autor do disparo. Dois casos que viraram emblemas da violência, do despreparo e da impunidade.
Para a mãe de Nádia, o mês de julho tem sido um dos mais difíceis. No último dia 16, Nádia completaria 24 anos.
Relembre o caso
A estudante morreu depois de ser baleada na nuca, no dia 17 de abril de 2009. Nádia havia saído da aula no curso de História da Uece e esperava o ônibus na praça da Cruz Grande, no bairro Itapery.
O disparo que atingiu a estudante partiu de uma van que foi apedrejada por um grupo de torcedores. O acusado de ter atirado é o cabo da Polícia Militar, Francisco Ribeiro, que ainda não foi julgado.
Para a mãe de Nádia, o mês de julho tem sido um dos mais difíceis. No último dia 16, Nádia completaria 24 anos.
Relembre o caso
A estudante morreu depois de ser baleada na nuca, no dia 17 de abril de 2009. Nádia havia saído da aula no curso de História da Uece e esperava o ônibus na praça da Cruz Grande, no bairro Itapery.
O disparo que atingiu a estudante partiu de uma van que foi apedrejada por um grupo de torcedores. O acusado de ter atirado é o cabo da Polícia Militar, Francisco Ribeiro, que ainda não foi julgado.
Família solidária
Inconformada com o despreparo da polícia e com a impunidade, a família de Nádia, lembra do caso do adolescente, Bruce Cristian, de 14 anos, morto também com um tiro na nuca disparado por um soldado do Ronda do Quarteirão.
O cabo Francisco Ribeiro foi pronunciado pela Justiça para ir a Júri Popular ainda este ano, pelo crime de homicídio duplamente qualificado, quando o motivo é fútil e a vítima surpreendida.
Mas os advogados de defesa recorreram da sentença e, enquanto o processo se arrasta, o policial continua na ativa, em liberdade.”
Fonte: TV Diário