A situação na Zona da Mata mineira atingiu níveis catastróficos neste final de fevereiro. Infelizmente, o número de mortos subiu para 70 após as tempestades devastarem Juiz de Fora e Ubá. No momento, as equipes de resgate enfrentam lama e escombros para localizar desaparecidos.

Equipes de resgate trabalham nos escombros em MG. (Foto: Divulgação).Tragédia histórica em Juiz de Fora
Juiz de Fora vive seu pior cenário climático em décadas. De fato, o volume de chuva é o maior registrado desde 1961. Até agora, a cidade contabiliza 64 vítimas fatais. Além disso, milhares de moradores perderam suas casas e estão em abrigos improvisados.
Certamente, os deslizamentos de terra soterraram bairros inteiros em poucos minutos. Como resultado, o solo encharcado dificulta o trabalho das máquinas pesadas. Por isso, bombeiros e voluntários trabalham dia e noite na esperança de encontrar sobreviventes.
Impactos severos na cidade de Ubá
Em Ubá, a situação também é de extrema gravidade. Afinal, seis mortes foram confirmadas pelas autoridades locais até agora. Enquanto isso, as equipes buscam desesperadamente por uma criança de 9 anos. Portanto, a força das águas destruiu pontes e isolou comunidades.
Por outro lado, o comércio local sofreu prejuízos incalculáveis com as inundações. Dessa forma, a prefeitura decretou estado de calamidade pública. Atualmente, a prioridade é o abastecimento de água potável e mantimentos para os desalojados.
Solidariedade e próximos passos
Enquanto o clima permanece instável, o foco total é salvar vidas. Para entender mais sobre como prevenir desastres em áreas urbanas, acesse o portal do Diário do Nordeste.
No nosso blog, acompanhamos como essas mudanças climáticas afetam o cotidiano. Veja também as atualizações sobre as Notícias de Pentecoste para ficar por dentro dos fatos locais. A prevenção e a infraestrutura adequada são essenciais para evitar novas tragédias dessa magnitude no Brasil.