DA REDAÇÃO – Acusado de ser o mandante do assassinato do médico Carlos Alberto Peres Miranda, o deputado estadual Geraldo Moreira (PTN-RJ) tentou subornar uma testemunha. Um cargo no gabinete e R$150 mil foram oferecidos pelo deputado. O crime aconteceu na Tijuca, Zona Norte da cidade, em 2008. Izaías da Silva, o Fio, e Alessandro Toledo Lima, assessores do deputado, também participaram do homicídio.
O Ministério Público do Estado descobriu as tentativas do trio e os denunciou à Justiça por corrupção de testemunha na quinta-feira (1). O procurador-geral de Justiça, Antônio José Campos Moreira, pediu a prisão preventiva de Izaías e Alessandro. Por ter imunidade parlamentar Moreira só pode ser preso em flagrante e, por isso, ficou fora do pedido de prisão.
Em maio, essa mesma testemunha já havia denunciado que estava sendo coagida por Moreira e seus assessores. A 19ª DP (Tijuca) investiga o caso.
De acordo com a denúncia, no primeiro contato, em 2008, Izaías e Alessandro ofereceram R$30 mil. Depois ofereceram o cargo comissionado no gabinete do deputado e aumentaram a proposta para R$150 mil alegando que o deputado queria se reeleger.
Para mudar o depoimento, a testemunha, que foi assessora do deputado, deveria copiar uma carta e simular o envio para Moreira. No texto, deveria falar que tinha feito as acusações contra o deputado porque estava chateada por ele ter terminado o romance, mas já estava arrependida e, por isso, iria mudar o testemunho.
Entre fevereiro e março, os assesores se encontraram com a testemunha cinco vezes. No último encontro, o “negócio” seria fechado, mas a testemunha não apareceu.
O Ministério Público do Estado descobriu as tentativas do trio e os denunciou à Justiça por corrupção de testemunha na quinta-feira (1). O procurador-geral de Justiça, Antônio José Campos Moreira, pediu a prisão preventiva de Izaías e Alessandro. Por ter imunidade parlamentar Moreira só pode ser preso em flagrante e, por isso, ficou fora do pedido de prisão.
Em maio, essa mesma testemunha já havia denunciado que estava sendo coagida por Moreira e seus assessores. A 19ª DP (Tijuca) investiga o caso.
De acordo com a denúncia, no primeiro contato, em 2008, Izaías e Alessandro ofereceram R$30 mil. Depois ofereceram o cargo comissionado no gabinete do deputado e aumentaram a proposta para R$150 mil alegando que o deputado queria se reeleger.
Para mudar o depoimento, a testemunha, que foi assessora do deputado, deveria copiar uma carta e simular o envio para Moreira. No texto, deveria falar que tinha feito as acusações contra o deputado porque estava chateada por ele ter terminado o romance, mas já estava arrependida e, por isso, iria mudar o testemunho.
Entre fevereiro e março, os assesores se encontraram com a testemunha cinco vezes. No último encontro, o “negócio” seria fechado, mas a testemunha não apareceu.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/07/04/e040711716.asp
