Enamed 2025 expõe falhas graves na formação médica

Resultado do Enamed 2025 revela falhas preocupantes na formação médica e acende alerta sobre ética e responsabilidade na saúde.

Resultados do Enamed 2025 preocupam Ministério da Educação

De acordo com os dados oficiais, de cada 39 mil estudantes que concluíram Medicina, cerca de 13 mil não demonstraram saber nem 60% do que deveriam ao final da formação. A constatação levanta questionamentos sobre o modelo atual de ensino e o preparo técnico e ético dos futuros profissionais da saúde.

De acordo com os dados oficiais, de cada 39 mil estudantes que concluíram Medicina, cerca de 13 mil não demonstraram saber nem 60% do que deveriam ao final da formação. A constatação levanta questionamentos sobre o modelo atual de ensino e o preparo técnico e ético dos futuros profissionais da saúde.

Um resultado que pede silêncio e reflexão

Como destacou o comunicador Zé da Legnas, este resultado “não pede comemoração, pede silêncio”.
Silêncio para entender o que está sendo dito — e o que está sendo gritado nas entrelinhas.

Segundo ele, o problema vai muito além de uma falha técnica: trata-se de uma fissura estrutural.

“Medicina não é um campo onde se aprende mais ou menos.
Não existe meia responsabilidade.
Não existe erro confortável quando o outro está vulnerável, confiando, e com a vida em risco.”

Medidas superficiais não resolvem o problema

As respostas institucionais e governamentais, segundo Zé da Legnas, ainda são “patéticas e decorativas”.
Medidas como reduzir vagas ou reorganizar números não atacam o cerne da questão — a qualidade da formação.

“Nada protege quem está sendo formado agora.
Nada protege quem vai sentar à frente desse profissional amanhã.”

Para o comunicador, é preciso reorganizar o ensino médico, e não apenas ajustar planilhas e estatísticas.

Defender a Medicina é exigir qualidade

Além disso, a fala de Zé da Legnas reforça que a crítica não é à profissão, mas sim à necessidade de valorizá-la.

“Não se trata de atacar a Medicina, mas de defendê-la.
Porque exigir qualidade não desqualifica quem é sério — valoriza.”

O comunicador ainda lembra que a Medicina é uma autorização ética e simbólica para tocar o corpo do outro, atravessar sua dor e interferir em sua história.
Por isso, defender critérios rigorosos de avaliação é, portanto, uma forma de cuidado social, e não de punição.

Avaliar é cuidar

“Avaliar não é punir. É dizer: isso importa demais pra ser tratado com descuido.”

O resultado do Enamed 2025 expõe o quanto o país precisa repensar a formação médica e estabelecer parâmetros claros de proficiência.
Por isso, a régua da exigência não pode cair, pois quando isso acontece, quem sofre as consequências da negligência é a sociedade.

“O que deveria nos constranger não é exigir mais.
É aceitar menos.”

Reflexão final

Zé da Legnas conclui com uma pergunta direta, que ecoa como um convite à consciência:

“Se fosse com você… você se sentiria seguro com um médico formado dessa forma?”

Esses números não falam apenas de provas.
Falam de gente cuidando de gente.
E isso — definitivamente — não é um detalhe.

O comunicador Zé da Legnas comenta o resultado do Exame Nacional de Medicina 2025 e reflete sobre os desafios éticos e educacionais da formação médica no Brasil.

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Educação e responsabilidade profissional no Brasil

Saúde pública e formação médica

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