Gonzaga Barbosa em: ESCOLA PÚBLICA… Aprendizado ou Frequência?

            Por que não sentir saudades?
Saudades da antiga carta de ABC, e da tabuada que ensaiava comigo os primeiros
acordes aritméticos… Hoje sinto saudades! Saudades “em saber, que as somas
multiplicadas se tornaram patéticas como precisamente profetizam as divisões
expressas entre alunos…”. E que o ABCD não se lê mais DCBA. Saudades de um
tempo em que o moderno nos deixou “sábios” demais, em função de uma nova fase
que muito comprometeu-  e como comprometeu!-  a nossa educação. Onde já se viu?! Uma escola
publica que já não sabe a quem deva priorizar, se o aprendizado ou a
frequência? E abre espaço para um emaranhado de cadeiras, um diploma em forma
de vácuo e uma lupa para os olhos dos que não sabem ler. E de onde veio essa
ideia? – a de que não mais se precisa avaliar o aluno? É que o pavor se alastra
a cada instante que somos ameaças ao sistema publico de educação!
            Vejam bem! Antes éramos
fiscalizados, avaliados e até corrigidos pela subalterna palmatória em suas
ações… (neste caso nem um tanto cultural, educar sobre pressão, chibata ou
palmatória). Tudo bem, a palmatória é passado, deixou lá suas marcas, mas junto
com elas, qualquer aprendizado; e hoje, como seria o método para avaliar, de
fato, o aprendizado? (com a resposta, os especialistas) De certa forma, como
confiscar quando a nota baixa invadir os boletins de nossos filhos? Precisa-se
que seja uma boa ideia, ser avaliado ou não? (e isso o cronista deixa a
critério de educando e educadores).  E desta
feita seria uma forma viável apanhar pra angariar saberes? O melhor seria
testar conhecimento ou restabelecer atos para encontrar uma educação modelo. Em
virtude do índice acentuado de crianças e adolescente a beira do desleixe
educacional ou a sombra da ignorância que os leva ao imaginário!
            E como se ventila um futuro próximo
meio a tanta caduquice?  O que por si só
sobrecarrega um turbilhão de ensinamentos e mancha o que chamamos modelo
educacional de vanguarda. E sobre esse itinerante modo de pensar é que certas
dúvidas se ramifica ao meio. Uma peculiaridade que às vezes nem perdura, mas se
perpetua entre a versão dos omissos e por muito tempo. Se o educar muda a sua
forma de ensinar, que venha o novo… Esse modo promissor. Um estereótipo que
mesmo escrito por letras minúsculas ou maiúsculas, vogais ou consoantes
estudante não as encontre mais! Que venha essa 
nova fase mais que deixe a pelo menos ser chamada de alfabetização. Um
alfabetizar que  não se anule as escolas
publicas do Brasil

Gonzaga
Barbosa
, em a Crônica do Mês…

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