Não o conhecia pessoalmente, mas tive afelicidade de ser avaliado pelo seu grande talento e intelectualidade, quando
ainda professor da UFC. Que ao receber meu projeto, o CORAÇÃO VERMELHO, tratou
logo de atender ao meu pedido, que seria prefaciar o livro por mim enviado. E
quando recebeu os originais das mãos de bela “Inês” que me fez o favor de
entregá-lo, respirou fundo e parafraseou: “depois de tantas décadas de guerra e
solidão, gente da minha terra desperta para escrever poesia! Sinto – me muito
feliz o por isso!”
Cabralzinho,
além de ter abraçado o magistério como profissão, era assim como eu um
apaixonado pela literatura e sem falar que o nosso poeta também era mais um
comendador das letras pentecostenses! E autor do livro Cinquenta Anos de
Poesias. Não sabia da sua morte… Vim
saber justamente no dia do lançamento de nossa coletânea! Foi a então amiga e
poetisa Cléa Campelo, sua sobrinha, que me deu a noticia. Noticia um tanto
chocante nesse momento impar de nossas vidas. Ganhar um livro, mas em troca
perder um amigo/poeta!
além de ter abraçado o magistério como profissão, era assim como eu um
apaixonado pela literatura e sem falar que o nosso poeta também era mais um
comendador das letras pentecostenses! E autor do livro Cinquenta Anos de
Poesias. Não sabia da sua morte… Vim
saber justamente no dia do lançamento de nossa coletânea! Foi a então amiga e
poetisa Cléa Campelo, sua sobrinha, que me deu a noticia. Noticia um tanto
chocante nesse momento impar de nossas vidas. Ganhar um livro, mas em troca
perder um amigo/poeta!
Mas
é isso mesmo… Todos os homens um dia hão de interagir com a sua própria
morte… E por que os poetas seriam diferentes?! Por também não serem
seccionado pelo seu introvertido interior. Às vezes espinho às vezes rosa! Aos
leitores desse blog gostaria de deixar registrada nesta crônica parte de seu
prefácio. Prefácio esse que guardo com muito carinho para que um dia seja parte
integrante do meu livro, Coração Vermelho, que em tempo hábil possa
ser publicado! Agora se deleite com as palavras do poeta…
é isso mesmo… Todos os homens um dia hão de interagir com a sua própria
morte… E por que os poetas seriam diferentes?! Por também não serem
seccionado pelo seu introvertido interior. Às vezes espinho às vezes rosa! Aos
leitores desse blog gostaria de deixar registrada nesta crônica parte de seu
prefácio. Prefácio esse que guardo com muito carinho para que um dia seja parte
integrante do meu livro, Coração Vermelho, que em tempo hábil possa
ser publicado! Agora se deleite com as palavras do poeta…
“Poderia ser pleonasmo, mas não é, e por
várias razões dentre as quais principalmente porque o coração humano não é
apenas vermelho na sua constituição, assim como o vermelho que todas as pessoas
relacionam ao coração. Está mais para o sangue, do que para o mais importante
órgão do corpo humano. Desta maneira, o poeta pentecostense não estar errado em
denominar esse belo livro de CORAÇAO VERMELHO. E mesmo que estivesse errado o
erro seria plenamente perdoável, porque em poesia existem colocações que só os
poetas entendem e aceitam…”
várias razões dentre as quais principalmente porque o coração humano não é
apenas vermelho na sua constituição, assim como o vermelho que todas as pessoas
relacionam ao coração. Está mais para o sangue, do que para o mais importante
órgão do corpo humano. Desta maneira, o poeta pentecostense não estar errado em
denominar esse belo livro de CORAÇAO VERMELHO. E mesmo que estivesse errado o
erro seria plenamente perdoável, porque em poesia existem colocações que só os
poetas entendem e aceitam…”
O
poeta deu o tom… Mesmos numa circunstância ainda perplexa! E sobre a
construção das palavras, letra por letra, criou o seu perfil ao desenhar com
tanto intensidade o que queria dizer de um artista do anônimo; de um poeta
ainda que meio marginal na sua poesia. E diante de um parâmetro ainda que meio
melindroso e hostil, perguntam-se os poetas: afinal de contas quem morreu primeiro:
foi o poeta ou a sua poesia engavetada?
poeta deu o tom… Mesmos numa circunstância ainda perplexa! E sobre a
construção das palavras, letra por letra, criou o seu perfil ao desenhar com
tanto intensidade o que queria dizer de um artista do anônimo; de um poeta
ainda que meio marginal na sua poesia. E diante de um parâmetro ainda que meio
melindroso e hostil, perguntam-se os poetas: afinal de contas quem morreu primeiro:
foi o poeta ou a sua poesia engavetada?
À Francisco das Chagas Cabral (o Cabralzinho)
Caso exista vida pós morte, junte–se a essas cabeças que o espera em outra
dimensão: Drummond, João Cabral, Cora,
Patativa e outros mais! Por aqui
ficamos defendendo a nossa arte. E que você se torne mais um imortal na
academia de letras dos nossos poetas mortos.
Caso exista vida pós morte, junte–se a essas cabeças que o espera em outra
dimensão: Drummond, João Cabral, Cora,
Patativa e outros mais! Por aqui
ficamos defendendo a nossa arte. E que você se torne mais um imortal na
academia de letras dos nossos poetas mortos.
Gonzaga Barbosa. Em a Crônica do Mês