Em setembro de 1999, uma máquina de solda explodiu causando ferimentos em quatro pessoas. Dentre as vítimas, estava As vítimas foram trazidas para o Instituto Doutor José Frota (IJF) e o garoto teria morrido depois de uma cirurgia.
Agora, surgiu a informação de que o menino Daniel estaria vivo e teria sido levado para Araçoiaba da Serra, em São Paulo. Um telefonema de uma mulher identificada como Cristina Borges, pedindo a segunda via da certidão de nascimento do garoto, levantou essa suspeita.
Cristina tinha o nome completo de Daniel, dos pais biológicos, além da data de nascimento e a cidade de origem do garoto. Ela teria sido namorada de um caminhoneiro chamado Ivan, possível responsável por levar o garoto para São Paulo. Cristina teria ajudado a matricular ele em uma escola.
Amigos da família de Daniel contaram que os parentes souberam, anos atrás, da história de um garoto, que poderia ser Daniel, e que fora levado de uma casa localizada na Barra do Ceará, em Fortaleza. Parentes supõem que o caminhoneiro Ivan teria achado a criança em uma casa, quando resolveu cuidar dele.
A mãe do garoto, Maria Laura, informou que exigiu abrir o caixão onde o filho supostamente estaria enterrado. Agora ela acredita que o corpo enterrado não é o de Daniel, já que parecia de um menino de dez anos, e não quatro.
A família de Daniel Alves, em Itatira, vai registrar um boletim de ocorrência para dar celeridade às investigações. O procedimento vai ser realizado na delegacia de Canindé e o caso está sendo investigado pelo Ministério Público e a delegacia de Araçoiaba da Serra, de São Paulo.
Jangadeiro Online