O cenário político internacional mudou drasticamente neste início de 2026. Após a operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro, diversos líderes globais condenam ataques dos EUA à Venezuela, classificando a ação como uma violação direta da soberania nacional. O bombardeio, que atingiu centros estratégicos em Caracas, gerou uma onda de indignação em fóruns internacionais e acendeu um alerta vermelho na América Latina.

Por que Líderes Globais Condenam Ataques dos EUA à Venezuela?
A principal razão pela qual os líderes globais condenam ataques dos EUA à Venezuela reside na quebra do Direito Internacional. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e representantes da União Africana e do Brics manifestaram profunda preocupação com o uso da força militar para a deposição de um mandatário estrangeiro.
Especialistas apontam que, embora os EUA justifiquem a ação como uma missão humanitária e de combate ao narcotráfico, a falta de um mandato do Conselho de Segurança da ONU torna a operação juridicamente questionável. “Estamos diante de um precedente perigoso para a estabilidade mundial”, afirmam analistas diplomáticos.
Impactos Econômicos e Humanitários

Além das questões políticas, a condenação internacional foca nas consequências práticas:
Crise Energética: A instabilidade nas reservas de petróleo venezuelanas já pressiona o preço dos combustíveis globalmente.
Fluxo Migratório: O Brasil, especialmente o estado de Roraima, prepara-se para um aumento drástico na chegada de refugiados.
Resposta das Potências: Rússia e China já sinalizaram que a intervenção terá consequências nas relações comerciais com o Ocidente.
Enquanto os líderes globais condenam ataques dos EUA à Venezuela, os efeitos dessa crise começam a ser sentidos em solo brasileiro. Para nós, em Pentecoste, a principal preocupação recai sobre a economia. A instabilidade internacional reflete diretamente no custo de vida, desde o preço do frete até os insumos básicos.
A captura de Maduro e o bombardeio em Caracas marcam o capítulo mais tenso da geopolítica sul-americana em décadas.