O cenário educacional brasileiro vive um momento decisivo em Brasília. De fato, o MEC e entidades buscam acordo para evitar reajuste irrisório no piso salarial do magistério para os próximos anos. A preocupação central existe porque a regra atual pode resultar em um aumento de apenas 0,37% em 2026. Como resultado, esse valor não cobriria sequer a inflação acumulada no período.

Por que o reajuste atual preocupa o magistério?
O cálculo vigente utiliza a variação do Valor Aluno Ano do Fundeb (VAAF). No entanto, como esse índice oscila conforme a arrecadação, o magistério fica vulnerável a ganhos baixíssimos quando a economia desacelera. Por esse motivo, o MEC e entidades buscam acordo para evitar reajuste que prejudique o poder de compra dos docentes.
Além disso, a proposta em discussão sugere uma mudança estrutural profunda. A ideia principal consiste em adotar o INPC como base, somado a um ganho real. Dessa forma, a medida traria mais estabilidade para os profissionais e, da mesma maneira, para os gestores municipais.
Impacto para os municípios e o papel do MEC
Com o intuito de resolver o impasse, a negociação envolve atores como a CNTE e a Undime. Enquanto o MEC e entidades buscam acordo para evitar reajuste insuficiente, municípios como Pentecoste acompanham atentamente o impacto fiscal. Afinal, é preciso garantir que o pagamento seja honrado sem comprometer outras áreas essenciais da administração pública.
Os próximos passos da negociação
Em suma, as reuniões técnicas devem continuar ao longo do semestre. O objetivo do Ministro Camilo Santana é fechar um modelo que garanta, prioritariamente:
A manutenção do poder de compra dos professores;
Bem como a segurança jurídica para as prefeituras;
E, por fim, o crescimento real do salário.
Portanto, enquanto o MEC e entidades buscam acordo para evitar reajuste desfavorável, a categoria permanece em alerta. Com certeza, a valorização da educação passa por uma política salarial que seja justa e sustentável.