As 06h da manhã de ontem, manifestantes do MST acamparam na praça da Câmara de Vereadores de Limoeiro do Norte em busca de seus direitos, 250 famílias participantes do Movimento dos Atingidos por Barragens. O movimento recebe apoio de, Via Campesina, Pastorais da Igreja, diversos sindicatos de trabalhadores e representantes das comunidades atingidas pela segunda etapa do projeto de Tabuleiro de Russas.
“O MST também denuncia o DNOCS (Depto. Nacional de Obras Contra Secas), pois existem comunidades que estão sofrendo devido à desapropriação de terras e reclamam que o novo lugar destinado àqueles moradores é impróprio para sobrevivência”. Falou o assessor de comunicação do MST, Eduardo Sousa.
Os líderes do movimento afirmam possuir laudos técnicos comprovando excesso de agrotóxico prejudicando a saúde de inúmeras pessoas.
Denúncia de violência policial.
Mais uma vez a ação de policiais foi criticada pelos manifestantes que afirmaram terem sofrido violência e tentativa de intimidação usando armas de fogo. Dessa vez a denúncia foi contra a Policia Civil de Russas que, segundo informações foram dispersados a tiros e quase acertando um dos manifestantes nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal na entrada de Russas na BR 116.