Obras estão reduzidas na Ponte JK

A restauração da ponte ficou parada por oito anos.
Neste ano foi retomada e está em ritmo lento
FOTO: MELQUÍADES JÚNIOR

Com 51 anos de fundação, a Ponte Juscelino Kubitscheck, em Aracati, tem obras praticamente paradas
 
Aracati. A Ponte do Rio Jaguaribe Juscelino Kubitscheck, mais conhecida por Ponte JK, passa por obras de restauração e duplicação. No entanto, está passando atualmente por uma auditoria e teve seu ritmo de trabalho reduzido devido a uma operação da Controladoria Geral da União/ Polícia Federal, que foi desencadeada na Superintendência Regional.

A ponte já conta com seus 51 anos de existência. Ao lado da antiga, nova ponte está sendo construída, mas ainda sem nome definido. Ao término da realização dessa obra, muitas serão as benesses, considerando que as duas vias ligarão Ceará e Rio Grande do Norte por Aracati. A obra esteve parada por oito anos e voltou em 2010 prometendo ser concluída até o fim do corrente ano.

São muitas reclamações dos que necessitam atravessar a JK. Com apenas uma via funcionando – a outra está interditada devido à restauração – o tráfego ficou praticamente impossível. Os motoristas enfatizam que a espera para atravessar é de, em média, meia hora. Isto sem mencionar a travessia dos veículos de grande porte, que pode vir a prejudicar o que já foi realizado até agora. O maior protesto é dos motoqueiros, que estão revoltados com os vigilantes dos canteiros da obra.

Os pilotos, alegando cansaço da enorme espera da travessia, se antecipam e passam à frente dos outros veículos; quando isto ocorre, os números das placas das motos são anotados pelos vigilantes e encaminhados ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Emergência
Por enquanto, na ponte nova só é permitido o tráfego de bicicletas e veículos de emergência, como ambulâncias, carros de polícia, bombeiros etc.

Porém, o superintendente do Dnit, José Abner de Oliveira Filho, afirmou que a retomada dos serviços está sendo avaliada e analisada.

Ele declarou ainda que “somos e estamos solidários com aquela situação e estamos trabalhando muito fortemente para deixarmos aquele segmento em condições de trafegabilidade e segurança aos usuários”.


Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=870947

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