Banco não pode usar Pix errado para cobrir dívida

Meta descrição: Justiça decide que banco não pode usar Pix enviado por erro para cobrir dívida. Entenda o caso de enriquecimento sem causa e seus direitos. (148 caracteres)


Mulher jovem com expressão de preocupação ao celular ao lado do logotipo do Pix, representando um Pix enviado por erro.

Um Pix enviado por erro no valor de R$ 30 mil gerou uma decisão judicial importante para consumidores e empresas. Isso aconteceu porque uma garagem de veículos transferiu o montante por equívoco para uma conta devedora. No entanto, em vez de realizar o estorno, o banco utilizou o dinheiro para quitar dívidas do titular da conta. Em razão disso, a dona do valor buscou o Poder Judiciário para reaver a quantia.

Banco e cliente devem restituir valor enviado por engano

De acordo com o juiz Guilherme Salvatto Whitaker, da 1ª vara Cível de Limeira/SP, houve enriquecimento sem causa neste episódio. Além disso, a sentença destaca que o banco violou a boa-fé objetiva ao se apropriar de valores de terceiros para amortizar débitos de seu cliente. Portanto, tanto a instituição financeira quanto o titular da conta devem devolver o total de R$ 30.812 de forma solidária.

O que diz a lei sobre o Pix errado

Apesar de o erro ter sido de digitação por parte de quem enviou, a justiça entende que a apropriação do recurso é indevida. Nesse sentido, o uso do dinheiro para abater dívidas bancárias sem autorização configura uma conduta ilícita. Por fim, para o morador de Pentecoste que passar por isso, o recomendado é acionar imediatamente o banco e utilizar o Mecanismo Especial de Devolução (MED).

Nota do Editor: Fique atento aos dados antes de confirmar qualquer transferência no seu aplicativo.

Veja também: Como evitar golpes digitais em Pentecoste
Fonte oficial: Portal Migalhas

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