Dois dias depois, a polícia o deteve em Sochi, no Mar Negro, e o interrogou por 12 horas. Em seguida, Boussidan foi levado a um juiz, que determinou sua prisão por 10 dias antes da deportação, além de uma multa de dois mil rublos (US$ 65).
O brasileiro, então, foi encaminhado a um centro de detenção para estrangeiros na cidade de Adler, perto da fronteira com a Geórgia. Preso, Boussidan passou 36 horas sem comida, sob pressão para assinar documentos em russo sem tradução e abrir mão da proteção consular brasileira.
O Itamaraty está em contato com o Kremlin (poder Executivo federal russo) e com o policial que dirige o centro onde está o brasileiro. A Embaixada da Alemanha em Moscou, por sua vez, enviou um representante a Adler.