Desigualdade é um tema que está contido em nosso meio social diariamente, mas,
torna-se visível quando deixamos de lado nossa condição de conforto para
observarmos como o outro vive.
torna-se visível quando deixamos de lado nossa condição de conforto para
observarmos como o outro vive.
As pessoas gritam todos os dias, vão às ruas,
por reforma, mudanças, achando que isso é a resolução do país, nem chegando
perto ao idealismo do que seria a igualdade social, a classe média, tida em meu
contexto a mais hipócrita, é aquela que da esmola ao pedinte, que faz
protestos, mas tem nojo do convívio e da real defesa da classe baixa, lembrando
um pouco a Revolução Francesa, uma das revoluções burguesas, no qual a
burguesia (comerciantes) juntou-se aos vassalos (servos), e aconteceu o que
vemos claramente hoje, a exploração das mãos que seguraram os mesmos lemas de
igualdade, liberdade e fraternidade.
por reforma, mudanças, achando que isso é a resolução do país, nem chegando
perto ao idealismo do que seria a igualdade social, a classe média, tida em meu
contexto a mais hipócrita, é aquela que da esmola ao pedinte, que faz
protestos, mas tem nojo do convívio e da real defesa da classe baixa, lembrando
um pouco a Revolução Francesa, uma das revoluções burguesas, no qual a
burguesia (comerciantes) juntou-se aos vassalos (servos), e aconteceu o que
vemos claramente hoje, a exploração das mãos que seguraram os mesmos lemas de
igualdade, liberdade e fraternidade.
Arquitetamos
diariamente como acabar com o Bolsa Família, com parte dos programas
governamentais, mas, não lutamos pela dignidade dos outros, estamos bem,
estamos em nosso ambiente de conforto, temos nossos trabalhos, pra que lutar
pelo Direito do meu próximo? Não há motivo de irmos atrás do que não é nosso,
eles que se virem, que os “vagabundos” trabalhem, sempre esquecemos que para
haver aptidão e interesse no mercado de trabalho, temos que ter profissionais
qualificados, mas nesse país de desigualdade descomunal, falar de dar chance a
pobre é cinismo exagerado. Não sou defensor do furto, nem roubo, mas os índices
nos mostram que os que cometem esse tipo de crime, são em suma pobres, negros,
de classe baixa, na realidade o governo pune os inocentes aparentando sempre
que a real solução é sempre essa, reeducação, resocialização, portanto, tem
como reeducar e resocializar quem nunca foi educado ou socializado? Vivemos
nessa enganação diária, alimentados pela “frasesinha” popular
“A corda sempre arrebenta no lado mais fraco”.
diariamente como acabar com o Bolsa Família, com parte dos programas
governamentais, mas, não lutamos pela dignidade dos outros, estamos bem,
estamos em nosso ambiente de conforto, temos nossos trabalhos, pra que lutar
pelo Direito do meu próximo? Não há motivo de irmos atrás do que não é nosso,
eles que se virem, que os “vagabundos” trabalhem, sempre esquecemos que para
haver aptidão e interesse no mercado de trabalho, temos que ter profissionais
qualificados, mas nesse país de desigualdade descomunal, falar de dar chance a
pobre é cinismo exagerado. Não sou defensor do furto, nem roubo, mas os índices
nos mostram que os que cometem esse tipo de crime, são em suma pobres, negros,
de classe baixa, na realidade o governo pune os inocentes aparentando sempre
que a real solução é sempre essa, reeducação, resocialização, portanto, tem
como reeducar e resocializar quem nunca foi educado ou socializado? Vivemos
nessa enganação diária, alimentados pela “frasesinha” popular
“A corda sempre arrebenta no lado mais fraco”.
Genuinamente, não há motivo algum para essa
preocupação, quem tá no sol, limpando o para-brisa do nosso carro, pedindo
esmola no transito, recebendo bolsa família, sem emprego, sem dignidade e
moradia são eles, se virem, eu tenho minha casa, meu carrão e foi fruto de
muito trabalho, esses “vagabundos” vão trabalhar também, individualismo é
propicio a nós, mantém o luxo burguês, sustenta o sistema, na verdade o que
sustenta o capitalismo é o sonho da classe média e pobre, em um dia virar
burguês, “e o rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre”.
Por Natiane Pimentel
preocupação, quem tá no sol, limpando o para-brisa do nosso carro, pedindo
esmola no transito, recebendo bolsa família, sem emprego, sem dignidade e
moradia são eles, se virem, eu tenho minha casa, meu carrão e foi fruto de
muito trabalho, esses “vagabundos” vão trabalhar também, individualismo é
propicio a nós, mantém o luxo burguês, sustenta o sistema, na verdade o que
sustenta o capitalismo é o sonho da classe média e pobre, em um dia virar
burguês, “e o rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre”.
Por Natiane Pimentel
